Os armazéns gerias vêem funcionando desde 1903, com a finalidade de armazenar produtos de terceiros tanto nacionais como internacionais. Atualmente com o risco do apagão aéreo os armazéns gerais se tornaram verdadeiro “pulmões” para o logística, pois as empresas presentes em outros estados, podem ter os seus produtos armazenados em pontos considerados estratégicos (o mais perto possível de seus clientes, evitando assim a falta de produto), porém para Albuquerque (gerente comercial/operacional da Grumey Armazéns Gerias Guardatudo), a importância estratégica dos armazéns não se dá unicamente devido a crise aérea.
De acordo com problema proposto acima, a empresa possui duas saídas: armazenagem própria ou terceiriza, ou seja, armazena nos armazéns gerais. Se a empresa escolher a segunda opção, ela terá algumas vantagens como: a desmobilização dos ativos e redução de perdas.
Segundo Tuba da empresa Columbia, a tendência é de que armazéns gerais tenhão um crescimento, pois trazem uma racionalização operacional, redução dos custos de armazenagem e a possibilidade da empresa manter seus produtos dentro das áreas de demanda.
Cada vez mais as empresas trabalham com estoques reduzidos, ou seja, exigem uma maior eficiência e rapidez por parte de seus fornecedores para a entrega de suprimentos, se o seu fornecedor estiver com os suprimentos perto ele poderá atender o cliente mais rápido e com isso ganhar mais mercado, devido a isso segundo Albuquerque, empresa Grumey destaca que cada vez mais as empresas buscão armazéns gerais como parceiros.
Matéria condensada do jornal LogWeb de Setembro de 2007.