O setor de eletroeletrônicos exige dos operadores logísticos algumas coisas como: segurança (apontado por Guilherme Severino, sócio-diretor da Brasil SCM) e proporcione reduções de custos e elevação dos níveis de serviço praticados, como prazos, qualidade, informação e atendimento, entre outros (apontado por Cesar Enoki, gerente geral de Supply Chain da Panasonic do Brasil).
O operador logístico segundo a sua visão deve oferecer para as empresas do segmento de eletroeletrônicos, versatilidade, agilidade e versatilidade (de acordo com Gilberto Cardoso, diretor comercial da Sat Log), já para Mauro Ribeiro, gerente da UPS Air Cargo, a empresa deve oferecer confiabilidade.
Segundo as empresas Panasonic, Brasil SCM e Bosch Eletrodomésticos, há alguns cuidados que devem ser seguidos para a escolha de um operador logístico, como: o nível de serviço prestado, custos envolvidos e desenho fiscal da operação.
De acordo com Ribeiro, da UPS Air Cargo, os operadores logísticos são muitas vezes cobrados injustamente devido à falta de planejamento por parte do fabricante, e para Cardoso, da Sat Log, pela disponibilidade de carregamento sem prévia solicitação e planejamento.
De acordo com Luca, da Trans World Logística, os maiores problemas enfrentados pelos operadores logísticos são: entregar ou retirar equipamentos eletrônicos pesados (caixas eletrônicos, cofres de dados eletrônicos e outros) e para Ribeiro, da UPS Air Cargo, é e garantir um espaço para embarque de uma carga que poderá ou não sair conforme previsto.
Matéria condensada do jornal LogWeb de Outubro de 2007.
|