De acordo com a revista, existem três tipos de embalagens: o grupo X ou 1 (alto perigo), o grupo Y ou 2 (médio perigo) e o grupo Z ou 3 (baixo perigo).
Cada embalagem homologada recebe um código. O código é composto por uma letra maiúscula e por um número arábico.
Os números são compreendidos entre um e seis e servem para indicar o tipo de embalagem. Sendo: 1 (tambor), 2 (barrica ou madeira), 3 (jerrican ou bombonas), 4 (caixa), 5 (saco) e 6 (embalagens compostas). As letras são: A, B, C, D, F, G e H, sendo: A (aço), B (alumínio), C (madeira natural), D (madeira compensada), F (madeira aglomerada), G (papelão ondulado) e H (material plástico).
Ariovaldo Francisco Paes (coordenador do departamento de produtos perigosos da Slotter Indústria de Embalagens), exemplificando, cita uma caixa com a seguinte descrição:
4G/X 10X/S/07
BR/9203/CTA-PAA
Que significa:
4G: tipo da embalagem
X: grau de risco (grupos de 1,2 e 3)
10: peso bruto máximo
S: sólido ou combinado
07: dois últimos dígitos do ano que indica o prazo de validade da embalagem
BR: país que produziu a embalagem
9203: número de registro da aeronave, que vai transportar a embalagem
CTA-PAA: quem certificou a embalagem aérea.
Há ao todo três tipos de certificações: a aérea, marítima e rodoviária. Para a certificação rodoviária, as embalagens destinadas ao transporte de produtos perigosos, devem atender os ensaios de desempenho previstos na Resolução ANTT 420/04 e posteriormente, será analisado por um OCP (Organismo de Certificação de Produto) que irá emitir um Certificado contendo uma homologação com reconhecimento do INMETRO.
Matéria condensada do revista LogWeb de Novembro de 2007. |